Conhecer e Crescer
Domingo, Fevereiro 19, 2012
Terça-feira, Setembro 27, 2011
DEPRESSÃO NA TERCEIRA IDADE
Publicado em: 30/06/2009 Autor: Núcleo Educacional CientíficoDepressão atinge quase 15% da população idosa |
Muitas pessoas atribuem ao processo natural de envelhecimento os problemas com a memória, alterações no sono e no apetite, além de dificuldades de atenção e concentração. Em muitos casos, porém, eles podem ser indícios de um mal que atinge quase 15% da população idosa: a depressão. “Trata-se de um dos problemas mais comuns em idosos, sendo provavelmente a causa mais frequente de sofrimento emocional e queda na qualidade de vida nesta fase”, afirma Graziela Lanzara, coordenadora médica do Programa de Gestão de Doenças Crônicas do Fleury.
A depressão não é facilmente percebida pelas pessoas que convivem com o idoso porque os sinais do transtorno, quando ocorre na terceira idade, são muito diferentes dos apresentados pela população mais jovem, explica Graziela. “Há um predomínio de sintomas como diminuição do sono, perda de prazer nas atividades habituais, ‘ruminações’ sobre o passado, hipocondria, baixa auto-estima e queixa de perda de energia, em detrimento dos sintomas emocionais como tristeza ou angústia – indícios que marcam o quadro depressivo em pessoas mais jovens.”
As mudanças nos papéis sociais, como a aposentadoria, por exemplo, que frequentemente ocasionam a diminuição da autoestima, do ritmo das atividades e do interesse pelo dia-a-dia, podem levar até mesmo uma pessoa que nunca sofreu deste problema ao longo da vida a desenvolver depressão na terceira idade. “A perda de pessoas próximas, como cônjuge ou amigos, e a percepção do declínio nas capacidades física e mental, tal como a perda de memória, também podem precipitar um quadro depressivo”, explica Graziela Lanzara, ressaltando que o problema é mais comum entre mulheres e pessoas com doenças preexistentes.
Apesar de comum nos idosos, a depressão não pode ser encarada como algo irremediável. Trata-se de uma doença que pode e deve ser controlada, afirma a médica do Fleury. “O tratamento pode envolver psicoterapia e medicações antidepressivas, tendo por finalidade reduzir o sofrimento causado por esta condição e garantir uma melhor qualidade de vida ao idoso.”
Antes de necessitar ser tratada, a depressão na terceira idade pode ser prevenida – e com atitudes muito simples. Por ter uma relação direta com os relacionamentos sociais, essa condição depende do apoio que o idoso recebe das relações sociais. “Uma forte rede de amigos e de familiares e a participação em atividades sociais que dêem prazer e tragam contato com outras pessoas são fundamentais na manutenção da saúde mental na terceira idade”, explica Graziela.
Há também uma associação crucial entre saúde física e depressão nesta fase da vida. Segundo Graziela, é importante manter atividade física regular e dieta equilibrada, ações que evitam ou minimizam o aparecimento de doenças – fator que também influencia no desencadeamento do transtorno no idoso. “Prevenir a depressão na terceira idade é sinônimo de fugir da solidão, evitar o isolamento social e manter hábitos de vida saudáveis”, resume a médica do Fleury.
Fonte: Graziela Lanzara, coordenadora médica do Programa de Gestão de Doenças Crônicas do Fleury.
Este material foi elaborado pelo Fleury, tendo caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.
Domingo, Fevereiro 27, 2011
ORAÇÃO DO TERAPEUTA
Muito bonito... Espero sempre estar ciente de que este é o meu caminho.
(Fátima Bittencourt)
Empresto meus ouvidos para que ouça o seu,
Aprendo a escutar meu silêncio.
Empresto meu olhar para que encontre o seu.
Aprendo que somos tudo que olhamos.
Empresto minha voz para ouvir a sua.
Aprendo como transmitir a minha.
Empresto minhas palavras que como sementes
ficarão em seu inconsciente.
Aprendo a espera que em algum momento florescerão.Empresto meu tempo que andei mais,
Aprendo que seu tempo é seu tempo.Empresto práticas e métodos.
Aprendo a fazer que não se apegue a eles.
Empresto meu silêncio para lhe escutar.
Aprendo a arte de ensinar.
Empresto minha coragem para seus medos.
Aprendo que você é a memória de minha coragem.Empresto meu equilíbrio.
Aprendo com você o ponto para não ficar
Aprendo a escutar meu silêncio.
Empresto meu olhar para que encontre o seu.
Aprendo que somos tudo que olhamos.
Empresto minha voz para ouvir a sua.
Aprendo como transmitir a minha.
Empresto minhas palavras que como sementes
ficarão em seu inconsciente.
Aprendo a espera que em algum momento florescerão.Empresto meu tempo que andei mais,
Aprendo que seu tempo é seu tempo.Empresto práticas e métodos.
Aprendo a fazer que não se apegue a eles.
Empresto meu silêncio para lhe escutar.
Aprendo a arte de ensinar.
Empresto minha coragem para seus medos.
Aprendo que você é a memória de minha coragem.Empresto meu equilíbrio.
Aprendo com você o ponto para não ficar
no alto e nem no baixo.
Empresto meu não julgamento.
Aprendo a plena atenção em não projetar.
Empresto minha capacidade de observar.
Aprendo a disciplinar minhas dispersões.
Empresto minha consciência.
Aprendo que você é a consciência.
Empresto minha criatividade
Aprendo que o artista é a obra, mesmo
Empresto meu não julgamento.
Aprendo a plena atenção em não projetar.
Empresto minha capacidade de observar.
Aprendo a disciplinar minhas dispersões.
Empresto minha consciência.
Aprendo que você é a consciência.
Empresto minha criatividade
Aprendo que o artista é a obra, mesmo
que sem sua presença.
Empresto minha motivação.
Aprendo que não conduzimos ninguém
Empresto minha motivação.
Aprendo que não conduzimos ninguém
além de onde estamos.
Empresto minha espiritualidade.
Aprendo que Deuses, Santos, Budas, Anjos
Empresto minha espiritualidade.
Aprendo que Deuses, Santos, Budas, Anjos
e Você são da mesma Fonte.
Empresto o meu amor e compaixão.
Aprendo aceitar a sua gratidão.
Empresto minha alegria.
Aprendo que somos capazes de sermos felizes sozinhos.
De eu ser em nós, o sagrado e o humano.
De compartilhar a expansão de nossa consciência.
Pela comunhão com todos os seres.
E que todos os seres sejam felizes...
Empresto o meu amor e compaixão.
Aprendo aceitar a sua gratidão.
Empresto minha alegria.
Aprendo que somos capazes de sermos felizes sozinhos.
De eu ser em nós, o sagrado e o humano.
De compartilhar a expansão de nossa consciência.
Pela comunhão com todos os seres.
E que todos os seres sejam felizes...
(Fátima Bittencourt)
Terça-feira, Julho 06, 2010
ACONSELHAMENTO OU TERAPIA

Há momentos em nossas vidas em que tudo se torna difícil. Estamos confusos a ponto de não visualizar alternativas, ou já esgotamos todas as nossas possibilidades.
Nem sempre temos oportunidade de fazer uma terapia, ou por disponibilidade de tempo ou financeira, ou por considerarmos que não é o caminho para isso no momento.
Por vezes só precisamos ouvir ou falar com alguém que está isento, menos envolvido com determinada situação, que enxergue com outros olhos, que com sua experiência ou conhecimentos possa nos ajudar a encontrar uma saída ou alternativas para nossas dificuldades.
O dicionário define:
“Terapia: Psicoterapia
s.f. Denominação dada a qualquer tratamento que tenta curar o paciente através de meios psicológicos e não através de meios físicos.”
- Em geral a terapia vai ao fundo das questões, procurando verificar as origens dos problemas e as formas de solucioná-los ou enfrentá-los.
“Aconselhamento: Ato de aconselhar.
Aconselhar - Consultar, pedir parecer, tomar conselho. Aconselhar
v.t. Dar conselhos; recomendar, sugerir.”
O aconselhamento tem por objetivo auxiliar a realizar as mudanças necessárias para ir em frente.
Questões a nível pessoal, emocional, familiar, sentimental, profissional ou outras podem ser abordadas.
Em geral, há um objetivo pré-determinado e um tempo que será decidido em conjunto (normalmente pode ser de uma sessão ou até três meses). Por ter um tempo reduzido, o custo torna-se menor do que numa terapia.
O aconselhamento segue o mesmo sigilo da terapia, ou seja, todas as informações trocadas são confidenciais.
O cliente tem total liberdade para expor suas opiniões, posicionamentos, conflitos, desejos, sensações e o conselheiro irá ouvi-lo atentamente apresentando alternativas, metas, sugestões, opiniões. Tudo isso sempre num clima de respeito ao ponto de vista do cliente.
Situações mais buscadas para aconselhamento:
- mudanças de vida (casamento, separações, términos de relacionamentos, aponsentadorias,
viuvez, etc)
- conflitos familiares ( com filhos, pais, cônjuges)
- desemprego ou mudança de emprego
- escolha profissional
- desenvolvimento de carreira
Para mais informações entre em contato pelo email: zmgrillo@yahoo.com.br
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zelia grillo
Segunda-feira, Setembro 21, 2009
REGRESSÃO: IMAGINAÇÃO OU REALIDADE

Existem pessoas místicas que acreditam que através da regressão, chega-se a vidas passadas. E também outras, com mentes mais científicas que têm explicações diferentes para o fenômeno.
É claro que existem inúmeras questões e igual número de respostas, tanto do lado dos místicos ou religiosos, quanto dos racionais e científicos.
A Regressão a Vivências Passadas é obtida através de um processo que leva o indivíduo a atingir um nível de concentração mental, diferente do usual, proporcionando regredir no tempo e no espaço e, experimentando ou lembrando de situações específicas.
O primeiro livro best-seller sobre o assunto, que fez muito sucesso no Brasil, é dos anos cinqüenta, chamado "O Caso de Bridey Murphy", de Morey Berstein, que era um hipnólogo, morador do Colorado, Estados Unidos. Relata o caso de uma dona-de-casa que estava sendo submetida a sessões de hipnose, pelo autor, para pesquisar até que idade as lembranças seriam resgatadas através da regressão. Durante o processo, para surpresa do hipnólogo, ela regrediu espontâneamente a uma vida na Irlanda, um século atrás, revelando inúmeros detalhes sobre essa existência, que foi pesquisada profundamente no próprio local, encontrando-se provas dos relatos fornecidos.
Citando este caso, temos a primeira afirmação dos que crêem em vidas passadas:
Como saber tantos detalhes, sem ter estado lá, sem ter realmente vivido e conhecido as pessoas e situações relatadas ? E como, também as pessoas que não acreditam
em reencarnação, ao serem submetidas a este tipo de terapia, se vêem noutras vidas, com muita emoção e, várias vezes obtém provas concretas de fatos vivenciados ?
Os cientistas dizem que este fato pode advir da memória genética, ou seja, assim como trazemos características físicas, biológicas, psicológicas, também trazemos a memória de nossos antepassados, de suas experiências, vidas, emoções, que são lembradas durante as regressões.
Os religiosos afirmam que a reencarnação tem por objetivo, o crescimento espiritual, a aprendizagem e, até isso ocorrer, viveremos situações semelhantes em diversas vidas. No entanto, quando alguém enfrenta um problema (seja em qualquer nível, material, físico, emocional) e vivencia uma situação onde encontra-se a origem do mesmo, este, o problema, em geral, desaparece, pois o indivíduo aprende sua lição durante a regressão.
Os céticos dizem que, as coisas que nos perturbam podem ser fruto de tensões ou emoções reprimidas e, quando imaginamos situações semelhantes, realizamos uma
catarse, liberando a emoção e originando a cura.
Os cientistas acreditam que a pessoa que conduz a regressão, o terapeuta, pode influenciar o paciente, fazendo-o acreditar em outras vidas, conduzindo sua imaginação. Os místicos porém, contestam tal afirmativa, pois a regressão se dá, muitas vezes espontaneamente, até durante um processo simples de hipnose com outro objetivo, como por exemplo, melhorar a eficiência nos estudos. E, de repente, a pessoa começa a vivenciar experiências passadas.
Cada um defende seu ponto de vista, porém, numa coisa todos concordam, até mesmo os terapeutas que utilizam a técnica sem acreditar em reencarnação: a terapia
funciona de um forma extraordinariamente eficiente e rápida.
Há uma história de Sidarta, o Buda, que tentava mostrar aos seus discípulos o valor da descoberta da Iluminação, do conhecimento interior e ficava bastante aborrecido quando lhe faziam perguntas do tipo : Qual a origem do Homem ? Para onde ele vai ? etc.
Ele, então, contava uma parábola : - "Uma vez, um nobre guerreiro foi atingido por uma flecha, durante uma batalha e estava muito mal, quando foi socorrido e tentaram lhe extrair a flecha. O guerreiro disse que tinha algumas perguntas a fazer antes disso. Queria saber quem havia lhe atingido; a que casta pertencia; se esse homem tinha filhos; onde morava... Fez tantas perguntas que acabou morrendo."
O importante, concluímos, é que a terapia de regressão é eficiente em vários casos. Não precisamos nos deter em demasia em como funciona o processo, se são reais ou imaginárias as vivências. O que importa, na verdade, é o resultado positivo desse tipo de auxílio que nos foi oportunizado conhecer e utilizar, seja por espíritos evoluídos, seja por Deus, ou por avanços da ciência na descoberta dos mecanismos da mente.
Zélia Grillo
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Terça-feira, Setembro 01, 2009
A RESPONSABILIDADE DE CONHECER

Como é bom ouvir pessoas falarem que puderam sentir-se bem com uma palavra, uma frase, ou um artigo que escrevemos !
Em nossa ânsia de transmitir conhecimentos, ou passar para outros nossas conclusões e conceitos, tanto tempo digeridos, estudados, elaborados, não pensamos no impacto que isso possa trazer tão fortemente para algumas pessoas.
E me surpreendo, muito agradavelmente, quando alguém diz que lhe ajudei, ou lhe dei esperanças, num momento difícil de sua vida.
Procuro não deixar que meu orgulho cresça, apesar de me sentir tão feliz. Reconhecendo os meus limites e vendo, com humildade, o quanto ainda preciso aprender, o quanto, todas as pessoas com as quais convivo e tenho algum contato, têm a me ensinar. E volto a me sentir pequena, muito pequena, frente a grandeza destas forças misteriosas, que nos levam a encontrar as palavras certas num determinado momento, tanto aquelas que conseguí transmitir, quanto as que me foram ditas por "Marias" , "Celsos", " Joãos", "Ritas", e que me fizeram pensar e escrever este novo artigo, que me estimularam a seguir adiante nesta jornada.
Penso na imensa responsabilidade que temos ao trabalhar com esta energia maravilhosa, que cura, que transforma, que equilibra, e principalmente - atuar com seres humanos - pessoas que nos vêem muitas vezes, como sua última esperança, como aquele que traz conforto, como o apoio (às vezes o único), o incentivo. E somos seres absolutamente normais, com os mesmos defeitos, necessidades, problemas, iguais a todos, nos reconhecendo inúmeras vezes nas situações que nos são apresentadas.
Mas há uma diferença muito grande, optamos e aceitamos lidar com forças, energias, que não são de todo conhecidas, e temos que fazer jus a responsabilidade que assumimos, sendo ao menos, éticos.
Vejo algumas pessoas tirando proveito pessoal da fraqueza de outros, satisfazendo seus desejos mais baixos, usando, ludibriando, enganando, como se nada tivesse a menor importância, a não ser a concretização dos seus anseios.
Mas assim como acontece, quando estamos no caminho certo, das portas se abrirem, das pessoas certas surgirem, das palavras ditas e ouvidas serem compreendidas, também o inverso, com certeza irá se realizar.
Gostaria que todos tivessem muito cuidado com o que ouvem ou lêem. Com certas atitudes que ultrapassam o limite do profissional. Analisem, pensem, critiquem, julguem.
Não é porquê alguém escreveu um livro, um artigo, fez uma palestra, que é o dono da verdade.
Há doentes mentais e perturbados, inclusive espiritualmente, que foram e são, grandes líderes da humanidade, conduzindo pessoas que não pensaram corretamente, por caminhos tortuosos, às vezes sem volta (veja-se Hitler, um dos exemplos mais cruéis e outros líderes religiosos que levaram ao suicídio centenas de pessoas).
Há pessoas de aparência sã, postura de doutores, atitudes de benfeitores, que iludem, que abusam, conscientemente de outros.
E estes pobres seres que, por precisarem acreditar, por carência, por fraqueza, por simples ignorância, ou até por medo de reagir perante alguém considerado "tão importante", sofrem nas mãos destes elementos, muitas vezes considerando-se até privilegiados por merecer atenções especiais.
Sei perfeitamente que não bastam palavras para atingir esses indivíduos antiéticos. E mesmo que leiam ou escutem, irão continuar agindo da mesma forma. Mas desejo e acredito, que pessoas que estão passando por uma situação semelhante, ou venham a passar, terão a oportunidade de encontrar alguém que as oriente, ou ler algo que as esclareça a, pelo menos, pensar, analisar e concluir conscientemente.
É muito bom poder ser ajudado, mas não vamos nos entregar tão facilmente, acreditar tão inocentemente, nem considerar ninguém superior por ter acesso a informações que desconhecemos.
Nesse mundo, todos temos características que nos valorizam em diversas áreas, condições de aprender e, principalmente, capacidade de análise e julgamento, podendo escolher aquilo que é melhor para nossa vida e assumindo as conseqüências dessa escolha.
(Zélia Grillo)
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Terça-feira, Agosto 11, 2009
7 VIDAS

"7 Vidas - A Aventura de uma pessoa em seus passados - André Diniz e Antonio Eder
O autor desse livro passou pelo processo de regressão à vidas passadas e resolveu contar a sua experiência através desta forma que ele domina como ninguém - história em quadrinhos !
Eu tive a satisfação de ser a condutora do processo.
O André possui um blog onde dá mais detalhes sobre esse e outros trabalhos seus:
http://www.nonaarte.com.br/
A editora apresenta assim o livro:
"Uma escada de dez degraus. A cada degrau percorrido, mergulha-se mais profundamente no inconsciente, despertando algumas lembranças há muito esquecidas e outras ignoradas. É assim que começa o contato de André Diniz com a terapia de vidas passadas. Sem saber o que esperar, mas disposto a aproveitar ao máximo a experiência, ele acabou vivendo uma aventura inesquecível. Em 7 Vidas o autor narra não apenas seu retorno a nostálgicas lembranças de infância e juventude, mas também sua jornada por vidas passadas. Todo o processo de regressão a que o autor se submeteu é recontado com detalhe. No início, André começa a se lembrar de momentos da infância da vida atual, inclusive quando era apenas um bebê de colo. Também surgem recordações de objetos que marcaram nesse período da vida - por exemplo, os brinquedos com que se divertia quando criança. Nas sessões seguintes, aparecem as lembranças das vidas passadas, André se vê incorporado em personagens diferentes, como um empresário gaúcho do inicio do século XX, um religioso italiano na idade Média e um órfão peruano de meados do século XIX.(...)"
Para ler o primeiro capítulo, clique aqui
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